sexta-feira, 24 de julho de 2009
O DESESPERO ABSURDO
Ao propor a saída do ministro Tarso Genro, do Ministério da Justiça, pelo fato deste ter sido definido como candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, lideranças nacionais do PSDB e do DEM, mostraram todo o seu desespero chegando a um absurdo que se caracteriza como um golpe antecipado do ponto de vista eleitoral. Existem regras para a saída de ministro,secretários,prefeitos,enfim de todos os entes políticos,para desincompatibilização dos cargos e elas valem para todos.A menos que seja criada uma nova regra com a seguinte redação: “ nos Estados em que governos estiverem sendo investigados pelo Ministério Publico Federal Policia ou algum dos seus integrantes tenha sido indiciados pela Policia Federal, caso o Ministro da Justiça do Brasil, com domicilio eleitoral nesta unidade da federação,venha a ser definido como candidato ao governo do Estado, deverá deixar o cargo imediatamente”. Pronto a piada esta montada! Isto é ridículo. Não foi Tarso Genro, não foi a oposição, que apresentaram as denuncias contra a governadora Yeda. Foram ex-integrantes do governo, o vice-governador Feijó, que apontaram irregularidades no governo. Algumas como o desvio de 44 milhões do Detran, plenamente comprovadas e que desencadearam uma série de outras investigações e até mesmo o indiciamento de um secretário de Estado pela Policia Federal. Certamente a governadora para concorrer a reeleição não vai deixar o cargo, nem o governador de São Paulo, José Serra, vai se licenciar para concorrer a presidência da República. Nem como tentativa de ofuscar ou abafar as investigações contra o governo Yeda, o absurdo de propor a saída de Tarso se sustenta.A estratégia esbarra exatamente nas denuncias que não param de surgir.A ultima é do chefe de gabinete da governadora, que acompanhado de um delegado vai ao diretor do Detran, avisar este de que seu filho seria preso por trafico de drogas. Teria sido obra de Tarso Genro ou do PT? Isto é ridículo, uma estratégia furada!
RECORDAR É VIVER
Na manhã da ultima terça-feira estive no quartel do 7º RC Mec visitando o velho amigo Rodrigo Espínola, hoje comandante do regimento, o qual conheci como aspirante a oficial na sua chegada a Livramento, quando eu já ” cabo velho” estava findando meu tempo na caserna.Vinha adiando esta visita pois tinha certeza absoluta que ela iria mexer com o meu emocional, já que desde Fevereiro de 1987 quando deixei o Exército nunca mais havia retornado ao 7º R C Mec. Ali vivi um período importante da minha vida, dos 19 aos 24 anos, fundamentais, tenho a certeza, para minha formação como cidadão no que se refere ao respeito , a disciplina e a organização. Era um período difícil, vivíamos o fim da ditadura militar e quem defendia a abertura democrática e as eleições diretas no país era considerado subversivo até por companheiros de farda da mesma graduação.Hoje o momento é outro e o papel do Exército Brasileiro tem sido fundamental para a construção de um Brasil mais justo, garantindo a nossa soberania e criando laços sociais com a comunidade.Contudo guardo na memória as boas recordações do “2 de Ouro”, da turma de cabos do 2º e do Regimento como um todo e de alguns oficiais e sargentos com os quais convivi,entre eles esta o hoje tenente coronel Rodrigo Espínola. Em uma rápida passada pelo Regimento, 23 anos depois da minha saída, fiz uma verdadeira viagem no tempo. Muita coisa mudou e mudou para melhor, principalmente em termos de estrutura. Fiquei feliz ao ver o bom trabalho do Espínola, que continua operacional como aquele jovem que chegou ao 7º lá pelos idos de 1986, mas que hoje demonstra também toda sua capacidade como gestor, um tocador de obras como o museu que em breve será inaugurado ou a estrutura com vigas de cimento para pista de cordas junto ao açude e um estande de tiro moderno, bem diferente daquele do final da década de 80.Acima de tudo um comandante que é respeitado pelos subordinados não pelas estrelas que carrega nos ombros, mas pelo seu jeito simples e respeitoso com que trata aos subordinados seja o mais simples soldado ou o comandante de um dos esquadrões do regimento.Engajado em ações de cidadania como a realizada recentemente na Vila Santa Clara, o Espínola vem utilizando da tecnologia da informática para o adestramento da tropa, qualificando cada vez mais o nosso 7º R C Mec nos exercícios militares que vem realizando com modernas salas de operação. Foi um momento de belas recordações de vida. E na vida recordar também é viver!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
CARTA A GOVERNADORA YEDA
O Movimento pela Abertura dos Arquivos da Ditadura encaminhou a seguinte carta à governadora Yeda Crusius, repudiando o uso do termo “torturadores” para desqualificar os professores que participaram de um protesto em frente à residência da mesma:
Exma. Sra. Governadora do Estado do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius
O Movimento Pela Abertura dos Arquivos da Ditadura toma a iniciativa de escrever-lhe esta carta, em referência ao cartaz que a senhora escreveu ontem pela manhã, dia 16 de julho de 2009, e apresentou aos fotógrafos de órgãos de imprensa de todo o país. A sua declaração, de que aquelas pessoas que ali estavam não eram professores, mas “torturadores”, atinge não somente aqueles professores, que estão em seu pleno direito de reivindicar melhores salários e condições de trabalho, mas também todos os cidadãos brasileiros, vítimas diretas ou indiretas dos crimes cometidos por torturadores ao longo da história do Brasil.
A utilização deste termo é uma prova da total falta de conhecimento histórico da senhora, e mais: um grande desrespeito à memória do país, que recentemente passou por um período de ditadura, não só militar, mas com contribuição de muitos civis, muitos hoje acusados de terem, esses sim, torturado pessoas. Com sua declaração, a senhora ignorou totalmente a carga histórica que o conceito de “torturador” carrega. A senhora já ouviu o depoimento de alguém que tenha sofrido, verdadeiramente, uma tortura? Estas pessoas merecem o nosso respeito, o que não observamos na sua atitude.
Isso corrobora para o que estamos chamando atenção há tempos: a utilização inadequeada de adjetivos, sem conhecer seu teor histórico, sem valor explicativo, e usado de forma pejorativa e impune. Isso acontece, também, com o conceito de “terrorista”, que é utilizado para a luta armada brasileira, mas nunca atribuído às ações do aparato repressivo do Estado - ainda não desmontado, julgado e condenado - e com grupos para-militares, como o CCC, sigla que ainda hoje circula na sociedade brasileira, e é lembrada como o grande grupo que combatia o comunismo, sem saber de fato o que aquele grupo fez no Brasil.
A sua atitude se assemelha à dos torturadores e repressores, na medida em que, assim como as balas, as palavras ferem, e vêm justamente do lugar que deveria tomar conta de todos os cidadãos, independente de posicionamento político: o Estado. A senhora comparou uma classe trabalhadora, que exercia um direito que fora suprimido por mais de 20 anos, àqueles responsáveis pela supressão do mesmo. Comparou-os a pessoas que cometeram crimes, e que estão por aí, impunes. Isto, senhora governadora, é considerado calúnia, segundo as leis do Estado que a senhora representa.
A senhora sentiu-se intimidada pela manifestação que impediu o direito de ir e vir de seus netos. A senhora sabe que durante os anos 1960, 1970 e 1980, vigoraram no Cone Sul ditaduras civil-militares que sequestraram, torturaram, desapareceram, mataram e apropriaram-se de crianças? Na Argentina, por exemplo, há mais de 500 crianças desaparecidas. Apenas 91 tiveram sua identidade restituída. A senhora sabe como isto foi feito? Através de lutas, confrontos, manifestações, como esta, que se realizava em frente a sua residência.
Seus netos, senhora governadora, provavelmente não saibam o estado em que se encontra a educação pública no Rio Grande do Sul, pois devem frequentar os melhores e mais caros colégios em Porto Alegre. Seus netos não devem fazer idéia do que seja passar trimestres, às vezes anos, sem uma disciplina, por falta de professor; ou estudarem em turmas com 50 alunos, por causa do enturmamento promovido pela senhora; ou enfrentarem as condições precárias em que se encontram muitas escolas; ou não possuírem uma boa educação por falta de recursos; ou encontrarem professores desmotivados pela miséria que é paga todos os meses. Estes sim, são torturados.
Senhora governadora, por todos esses motivos expostos nós, do Movimento Pela Abertura dos Arquivos da Ditadura, escrevemos esta carta com o objetivo de solicitar uma retratação pública da senhora, em frente às câmeras de televisão, para com todos os cidadãos brasileiros, que de uma forma ou de outra, sabem exatamente o que significa o termo “torturado”. Pedimos que a senhora tome essa atitude, em nome de todas as verdadeiras vítimas de crimes de tortura cometidos no Brasil, seja durante a ditadura civil-militar, seja ainda hoje em dia, pelo Estado.
Esta carta seguirá com cópia para órgãos de imprensa e endereços eletrônicos que quiserem publicá-la.
Exma. Sra. Governadora do Estado do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius
O Movimento Pela Abertura dos Arquivos da Ditadura toma a iniciativa de escrever-lhe esta carta, em referência ao cartaz que a senhora escreveu ontem pela manhã, dia 16 de julho de 2009, e apresentou aos fotógrafos de órgãos de imprensa de todo o país. A sua declaração, de que aquelas pessoas que ali estavam não eram professores, mas “torturadores”, atinge não somente aqueles professores, que estão em seu pleno direito de reivindicar melhores salários e condições de trabalho, mas também todos os cidadãos brasileiros, vítimas diretas ou indiretas dos crimes cometidos por torturadores ao longo da história do Brasil.
A utilização deste termo é uma prova da total falta de conhecimento histórico da senhora, e mais: um grande desrespeito à memória do país, que recentemente passou por um período de ditadura, não só militar, mas com contribuição de muitos civis, muitos hoje acusados de terem, esses sim, torturado pessoas. Com sua declaração, a senhora ignorou totalmente a carga histórica que o conceito de “torturador” carrega. A senhora já ouviu o depoimento de alguém que tenha sofrido, verdadeiramente, uma tortura? Estas pessoas merecem o nosso respeito, o que não observamos na sua atitude.
Isso corrobora para o que estamos chamando atenção há tempos: a utilização inadequeada de adjetivos, sem conhecer seu teor histórico, sem valor explicativo, e usado de forma pejorativa e impune. Isso acontece, também, com o conceito de “terrorista”, que é utilizado para a luta armada brasileira, mas nunca atribuído às ações do aparato repressivo do Estado - ainda não desmontado, julgado e condenado - e com grupos para-militares, como o CCC, sigla que ainda hoje circula na sociedade brasileira, e é lembrada como o grande grupo que combatia o comunismo, sem saber de fato o que aquele grupo fez no Brasil.
A sua atitude se assemelha à dos torturadores e repressores, na medida em que, assim como as balas, as palavras ferem, e vêm justamente do lugar que deveria tomar conta de todos os cidadãos, independente de posicionamento político: o Estado. A senhora comparou uma classe trabalhadora, que exercia um direito que fora suprimido por mais de 20 anos, àqueles responsáveis pela supressão do mesmo. Comparou-os a pessoas que cometeram crimes, e que estão por aí, impunes. Isto, senhora governadora, é considerado calúnia, segundo as leis do Estado que a senhora representa.
A senhora sentiu-se intimidada pela manifestação que impediu o direito de ir e vir de seus netos. A senhora sabe que durante os anos 1960, 1970 e 1980, vigoraram no Cone Sul ditaduras civil-militares que sequestraram, torturaram, desapareceram, mataram e apropriaram-se de crianças? Na Argentina, por exemplo, há mais de 500 crianças desaparecidas. Apenas 91 tiveram sua identidade restituída. A senhora sabe como isto foi feito? Através de lutas, confrontos, manifestações, como esta, que se realizava em frente a sua residência.
Seus netos, senhora governadora, provavelmente não saibam o estado em que se encontra a educação pública no Rio Grande do Sul, pois devem frequentar os melhores e mais caros colégios em Porto Alegre. Seus netos não devem fazer idéia do que seja passar trimestres, às vezes anos, sem uma disciplina, por falta de professor; ou estudarem em turmas com 50 alunos, por causa do enturmamento promovido pela senhora; ou enfrentarem as condições precárias em que se encontram muitas escolas; ou não possuírem uma boa educação por falta de recursos; ou encontrarem professores desmotivados pela miséria que é paga todos os meses. Estes sim, são torturados.
Senhora governadora, por todos esses motivos expostos nós, do Movimento Pela Abertura dos Arquivos da Ditadura, escrevemos esta carta com o objetivo de solicitar uma retratação pública da senhora, em frente às câmeras de televisão, para com todos os cidadãos brasileiros, que de uma forma ou de outra, sabem exatamente o que significa o termo “torturado”. Pedimos que a senhora tome essa atitude, em nome de todas as verdadeiras vítimas de crimes de tortura cometidos no Brasil, seja durante a ditadura civil-militar, seja ainda hoje em dia, pelo Estado.
Esta carta seguirá com cópia para órgãos de imprensa e endereços eletrônicos que quiserem publicá-la.
domingo, 19 de julho de 2009
TARSO SERÁ O CANDIDATO
O PT definiu hoje à tarde, no auditório da Assembléia Legislativa, que Tarso Genro será o candidato do partido ao governo do Estado nas eleições de 2010. Com a retirada das pré-candidaturas do prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, e do deputado estadual Adão Villaverde, Tarso foi escolhido por aclamação. Além de definir o candidato ao Piratini, o 19° Encontro Estadual Extraordinário Adão Pretto também definiu o campo de alianças do PT para as eleições do ano que vem, dando prioridade ao PDT e aos partidos da Frente Popular (PCdoB, PSB e PCB). Abriu-se a possibilidade de uma aproximação também com o PTB, desde que esse partido deixe o governo estadual e a base de sustentação de Yeda Crusius, apoiando o programa de governo da Frente Popular. Participaram do encontro estadual 1.252 delegados escolhidos em 366 encontros municipais realizados nas últimas semanas.
“Assim como construímos a unidade no partido, iremos construir a unidade em torno de um novo projeto político para o Rio Grande do Sul”, disse Tarso após a indicação. O projeto da Frente Popular, anunciou, deverá recuperar a relação com os movimentos sociais, propor políticas públicas de fôlego para enfrentar os problemas do Estado, implantar uma gestão pública eficiente e propor um modelo de desenvolvimento sustentável, que priorize a base da economia gaúcha e busque, através de estruturas do Estado, agregar novas tecnologias. “Vamos construir o crescimento de baixo para cima a partir dos interesses da população”, disse ainda Tarso. O presidente estadual do PT, Olívio Dutra, garantiu que a formação de uma frente para enfrentar o desgoverno no RS será buscada já no primeiro turno, com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável com o protagonismo do povo gaúcho.
“Assim como construímos a unidade no partido, iremos construir a unidade em torno de um novo projeto político para o Rio Grande do Sul”, disse Tarso após a indicação. O projeto da Frente Popular, anunciou, deverá recuperar a relação com os movimentos sociais, propor políticas públicas de fôlego para enfrentar os problemas do Estado, implantar uma gestão pública eficiente e propor um modelo de desenvolvimento sustentável, que priorize a base da economia gaúcha e busque, através de estruturas do Estado, agregar novas tecnologias. “Vamos construir o crescimento de baixo para cima a partir dos interesses da população”, disse ainda Tarso. O presidente estadual do PT, Olívio Dutra, garantiu que a formação de uma frente para enfrentar o desgoverno no RS será buscada já no primeiro turno, com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável com o protagonismo do povo gaúcho.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
PROFESSORA EMILIA CONDENA DESFECHO DE PROTESTO DEMOCRÀTICO
“É inadmissível que uma governadora se manifeste contra trabalhadores da educação e funcionários do Estado como “torturadores de crianças”, diante de uma manifestação legítima e pacífica, na manhã desta quinta-feira. Isso mostra a falta de diplomacia e condições de enfrentar a adversidade de sua desastrosa administração do Estado do Rio Grande do Sul, com sensatez e serenidade”, disse a deputada federal Emilia Fernandes (PT/RS). Segundo a parlamentar, que também é professora estadual e acompanha constantemente os eventos no Estado, nada justifica a prisão de manifestantes pela Brigada Militar, ainda mais em se tratando de representantes de entidades e categorias constituídas legalmente, como a colega presidente do nosso CPERS - sindicato, Rejane de Oliveira, a vereadora do PSOL, Fernanda Melchionna, além de um servidor público e um fotógrafo da entidade sindical. “Foi uma arbitrariedade sem precedentes na história do estado gaúcho e, demonstra que a palavra de ordem pelo impeachment da governadora, motivo da manifestação, justifica razões para além dos escândalos de corrupção em que o governo está mergulhado e que estão sendo investigados pelo próprio Ministério Público. O desequilíbrio da governadora foi longe demais, complementa Emilia”. A deputada salienta que a governadora que demonstra autoritarismo e insensibilidade, quando os sem terra trazem crianças em suas manifestações, é a mesma que expôs seus netos aos gritos histéricos dirigidos contra o protesto dos trabalhadores e trabalhadoras gaúchas. Para Emilia, a arena da desavença não poderia ter sido mais apropriada: em frente à casa da primeira mandatária do Estado, símbolo melancólico do “jeito tucano de governar”, já que as denúncias sobre a ilegalidade que cercam a compra da casa partiu não da oposição, mas de gente que trabalhou diretamente na campanha eleitoral, inclusive na captação de recursos, para a atual governadora. A professora e deputada federal Emilia Fernandes se solidariza com as centenas de manifestantes, mulheres e homens, que participaram deste protesto contra o descaso com a Educação, em especial, os desmandos do governo do Rio Grande do Sul. “Enquanto os movimentos sociais avançam na caminhada da democracia, o governo Yêda desce a lomba da credibilidade, com mais este atentado à participação popular e à livre manifestação pacífica de pensamento”, concluiu Emilia.
domingo, 12 de julho de 2009
IMPÉRIO PROMOVE MOCOTÓ NO PROXIMO DOMINGO
A Escola de Samba Império da Zona Sul, promove no próximo domingo(10-07) mais um mocotó beneficente, com objetivo de concluir a construção de sua sede localizada na esquina da rua Dr Gonzáles com Miguel Luis da Cunha, na Vila Municipal.Depois do sucesso da promoção similar realizada no ultimo mês de junho a direção da Império,segundo revela o presidente Dagberto Reis,espera conseguir os recursos suficientes para finalizar a obra do galpão que deverá abrigar a sede da escola e deixar a quadra em condições para abrigar as atividades da entidade carnavalesca.”Com a adesão de inúmeros integrantes da família imperiana a residencia do patrono Nepomuceno “Cholo” Ilha ,já esta pequena até mesmo para realização de nossas reuniões”,afirma o presidente estabelecendo como meta o final do mês de julho para que a se já esteja em funcionamento.”Pretendemos inaugura-la com uma grande festa em meados de agosto”,planeja Dagberto,convicto de que o trabalho da diretoria esta dentro daquilo que foi projetado tão logo a Império anunciou oficialmente o seu retorno no inicio do ultimo mês de abril.Serão 300 pratos de mocotó,ao valor de R$ 5,00 cada, preparados pelo conhecido “Sapo”-Toco para alguns- especialista no preparo desta iguaria campeira,acompanhado de sua equipe composta por Cláudio “Gago”, Mauricio, Bira, Ronaldo e o vice-presidente Artur Menna . O mocotó será servido na rua Miguel Luis da Cunha 130, próximo a Fruteira Letícia, a partir das 12h do próximo domingo.Os convites estão a disposição da comunidade com os diretores da Império As pessoas que desejarem desde que deixem o recipiente para o mocotó com o diretor do qual comparem o prato,poderão receber em casa através do serviço de motoboy do Lula.
EMPREGO E RENDA
O grupo Império Art, formado por mulheres da Escola de Samba Império da Zona Sul,esta organizando um curso para confecção de acessórios femininos como cachecol, echarp e outros, organizado pela Secretaria Geral, Carmem Ilha.O objetivo é a formação destas pessoas para que possam gerar emprego e renda para suas famílias e ao mesmo tempo ajudar a entidade carnavalesca que será responsável pelo curso. O presidente da Império elogia esta atitude das mulheres,lembrando que esta é uma das principais funções sociais de uma escola de samba, levando em conta as dificuldades existentes para gerar renda junto as famílias.
NOVAS PROMOÇÕES
O grupo de mulheres da Império que além de Carmem Ilha conta com a participação da Rosângela, Adriana, Ana Cândida e outras abnegadas diretoras da escola já esta preparando o “Agostão da Império”, festa que acontecerá na primeira semana de agosto na sede da escola, com diversas atrações.A venda de cachorro quente e chocolate para os moradores da Vila Municipal, já vem sendo realizada na residência do patrono Nepomuceno Ilha.”É desta forma, com muito trabalho e criatividade, dos abnegados imperianos, a grande maioria anônimos , é que estamos construindo o retorno da Império Zona Sul ao Carnaval no próximo ano de 2010”, conclui o presidente Dagberto Reis.
EMPREGO E RENDA
O grupo Império Art, formado por mulheres da Escola de Samba Império da Zona Sul,esta organizando um curso para confecção de acessórios femininos como cachecol, echarp e outros, organizado pela Secretaria Geral, Carmem Ilha.O objetivo é a formação destas pessoas para que possam gerar emprego e renda para suas famílias e ao mesmo tempo ajudar a entidade carnavalesca que será responsável pelo curso. O presidente da Império elogia esta atitude das mulheres,lembrando que esta é uma das principais funções sociais de uma escola de samba, levando em conta as dificuldades existentes para gerar renda junto as famílias.
NOVAS PROMOÇÕES
O grupo de mulheres da Império que além de Carmem Ilha conta com a participação da Rosângela, Adriana, Ana Cândida e outras abnegadas diretoras da escola já esta preparando o “Agostão da Império”, festa que acontecerá na primeira semana de agosto na sede da escola, com diversas atrações.A venda de cachorro quente e chocolate para os moradores da Vila Municipal, já vem sendo realizada na residência do patrono Nepomuceno Ilha.”É desta forma, com muito trabalho e criatividade, dos abnegados imperianos, a grande maioria anônimos , é que estamos construindo o retorno da Império Zona Sul ao Carnaval no próximo ano de 2010”, conclui o presidente Dagberto Reis.
EM RIVERA SURGE PROVAVEL PRIMEIRO CASO DE GRIPE A
Com informações de Edis Elgarte A Platéia
Pode ter ocorrido na noite de sábado passado no Hospital de Rivera, a primeira morte na fronteira de uma vítima da Gripe A, ou H1N1. Trata-se de uma pessoa do sexo feminino, com 60 anos de idade, que teve seu estado de saúde agravado pela pneumonía, hipertensão e quadro de diabetes.A subdiretora do Hospital de Rivera, Dra. Mercedes Burastero, confirmou ontem, em entrevista exclusiva ao Nestor Chaves, de A Plateia, o falecimento da mulher “com todos os síntomas de gripe A H1N1”. Apesar de que a vítima tenha apresentado todos os sintomas da gripe, que já causou nove mortes no Uruguai, foram recolhidas amostras do corpo da mulher, para a realização de exames que deverão confirmar a causa da morte e a presença da gripe H1N1. Os resultados da análise devem ser divulgados nesta segunda-feira.A Dra. Burastero informou ainda que existe um outro caso suspeito da gripe em Rivera. Segundo ela, uma outra paciente, com os mesmos síntomas, encontra-se internada no hospital. Da mesma forma que a mulher morta na noite de sábado, também é do sexo feminino, mas neste caso se trata de uma pessoa jovem.Até o momento, no Uruguai, 165 casos de gripe H1N1 foram confirmados por laboratório, além de outros 385 casos através de ligações epidemiológicas. Doenças corriqueiras que somaram seus efeitos aos sintomas da gripe, provocaram as mortes de nove pessoas. O último caso foi confirmado em coletiva de imprensa pelo Ministério de Saúde Pública, na última quinta-feira. Trata-se de um bebê de onze meses, com antecedentes de paralisia. Caso o caso da morte da sexagenária em Rivera seja confirmado como causada pela Gripe, como tudo indica, será a décima morte no Uruguai causada pela gripe H1N1.Apesar disso, por sua vez as autoridades da área da educação em Rivera confirmarão o inicio normal das aulas, após o período de férias de julho. Está prevista uma entrevista coletiva com a imprensa para esta segunda-feira, às 11 horas, quando as autoridades da área da educação deverão indicar uma série de medidas de prevenção para os “liceos” e as escolas de Rivera. Já a Diretora Departamental de Saúde, Aída Gonzálvez, disse ao repórter de A Plateia que nos centros assistenciais de Rivera, tanto públicos quanto privados, está tudo pronto para atender os casos que se apresentem com sintomas da Gripe H1N1. Ela confirmou também que existe um trabalho coordenado dom as autoridades de Livramento.
Pode ter ocorrido na noite de sábado passado no Hospital de Rivera, a primeira morte na fronteira de uma vítima da Gripe A, ou H1N1. Trata-se de uma pessoa do sexo feminino, com 60 anos de idade, que teve seu estado de saúde agravado pela pneumonía, hipertensão e quadro de diabetes.A subdiretora do Hospital de Rivera, Dra. Mercedes Burastero, confirmou ontem, em entrevista exclusiva ao Nestor Chaves, de A Plateia, o falecimento da mulher “com todos os síntomas de gripe A H1N1”. Apesar de que a vítima tenha apresentado todos os sintomas da gripe, que já causou nove mortes no Uruguai, foram recolhidas amostras do corpo da mulher, para a realização de exames que deverão confirmar a causa da morte e a presença da gripe H1N1. Os resultados da análise devem ser divulgados nesta segunda-feira.A Dra. Burastero informou ainda que existe um outro caso suspeito da gripe em Rivera. Segundo ela, uma outra paciente, com os mesmos síntomas, encontra-se internada no hospital. Da mesma forma que a mulher morta na noite de sábado, também é do sexo feminino, mas neste caso se trata de uma pessoa jovem.Até o momento, no Uruguai, 165 casos de gripe H1N1 foram confirmados por laboratório, além de outros 385 casos através de ligações epidemiológicas. Doenças corriqueiras que somaram seus efeitos aos sintomas da gripe, provocaram as mortes de nove pessoas. O último caso foi confirmado em coletiva de imprensa pelo Ministério de Saúde Pública, na última quinta-feira. Trata-se de um bebê de onze meses, com antecedentes de paralisia. Caso o caso da morte da sexagenária em Rivera seja confirmado como causada pela Gripe, como tudo indica, será a décima morte no Uruguai causada pela gripe H1N1.Apesar disso, por sua vez as autoridades da área da educação em Rivera confirmarão o inicio normal das aulas, após o período de férias de julho. Está prevista uma entrevista coletiva com a imprensa para esta segunda-feira, às 11 horas, quando as autoridades da área da educação deverão indicar uma série de medidas de prevenção para os “liceos” e as escolas de Rivera. Já a Diretora Departamental de Saúde, Aída Gonzálvez, disse ao repórter de A Plateia que nos centros assistenciais de Rivera, tanto públicos quanto privados, está tudo pronto para atender os casos que se apresentem com sintomas da Gripe H1N1. Ela confirmou também que existe um trabalho coordenado dom as autoridades de Livramento.
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